quarta-feira, 26 de março de 2014

Soneto de união

Nas mãos unidas,um porto seguro
Firme e suave qual um dia de outono
Jocosa fumaça, de riso e de sono
Traz o deleite, o desejo tão puro

Na pele e no peito, amor eu te juro
No tempo e no espaço eu me apaixono
Na vida, a tristeza e o medo abandono
E o nosso fogo suprime o escuro

Chama incessante, névoa que transcende
Corpos tão cálidos, risonho semblante
Na onda, o ritmo do mar vem à gente

Revolve, renova, energia fervilhante
Celebra a paixão que florece na mente
Laço frondoso que a paz compreende.
(C.G.Rodrigues)