sábado, 18 de agosto de 2012

Meu jeito de amar

Amo como se sempre fosse a primeira vez
Como se cada ferida jamais tivesse sido aberta
Amo de alma pura e corpo quente
Decifrando cada beijo,degustando cada olhar

Amo aberta,translúcida,vulnerável
Pois com peito de aço não se ama
Nem com a razão em dia,ou longe da cama
O corpo clama por um peito aberto e uma mente insana

Amo leve,amo sem memória
Do passado de paixões inglórias
Mas não mais amo sozinha,pois isto é derrota
Agora só amo quem de amor me transborda.
(C.G.Rodrigues)

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